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segunda-feira, 7 de março de 2016

Grupo MAMA-Manhuaçu

Oi gente hoje eu vim falar sobre Grupo de maternidade/paternidade ativa.
Lá em Juiz de Fora existe o AMMA - Aliança de Mulheres por uma Maternidade Ativa, ela foi essencial para eu chegar a todas as informações sobre Maternidade Ativa, parto Humanizado, Criação com apegou, dentre tantos outros assuntos relacionados a este. Foi essencial para quando a médica que me acompanhava no meu pré-natal dissesse que ia marcar cesária eu bater o pé e falar não, eu ir atrás de outro acompanhamento com 39 semanas de gestação, eu conseguir parir de forma natural. Enfim, mesmo eu não tendo participado muito das reuniões físicas do grupo, ele me ajudou muito através do portal on line deles e dos debates que eram gerados.
Mês passado eu tive uma suspeita de gravides, embora, no fundo, no fundo, eu sabia que não era provável, a primeira coisa que me veio a cabeça foi: Se em JF, com o João Penido(Hospital que se aproxima do parto humanizado), perto das meninas do AMMA(onde eu sempre me senti amparada), eu ja tive que brigar(literalmente) pelo meu parto, imagina aqui em Manhuaçu que nem a Lei do acompanhante ( Lei Federal ) eles respeitam, como eu, que tenho um péssimo histórico(que infelizmente, no mundo da maioria dos obstetras mandam mais do que a situação do parto) vou parir.
Não vou mentir fiquei mesmo preocupada.
O Bernardo nasceu depois das 40 semanas, o que a maioria dos obstetras não esperam. Tive um Trabalho de Parto demorado, foram 23h desde que o tampão rompeu até o Bernardo nascer. E ainda tive Hemorragia séria, que nenhum médico vai observar que foi por causa da pressa do obstetra em me dar os pontos(causados pelo fato de eu estar deitada, de costas) e acabou resolvendo não esperar eu expulsar a placenta e puxou.
Que médico, no quadro em que vivemos iria fazer meu Parto?
Que eu ja tinha certeza que não seria Humanizado, por que nem no JP foi, quem dirá no Cesar Leite... rsrsrs.

Bem o susto passou, não estou grávida ainda, e nem tentando. Mas se vier será muito bem vindo hahahaha.

Mas hoje me foi apresentado o MAMA- Maternidade Ativa Manhuaçu link aki ó. Gente eles estão começando o grupo, a roda de conversa, e o melhor de tudo, já tem uma reunião que está sendo agendada no domingo dia 13/03/2016 às 14h, só ainda não tem confirmado o lugar.
Eu fiquei hiper empolgada, não MEGA empolgada, já saí espalhando a notícia para as mamãe que conheço, para as coleguinhas que eu acho que poderiam gostar da idéia, e já pensei em outras que ainda quero falar.

Se Você que está lendo o post, quer ser mãe ou já é mãe, é gestante, ou pretende engravidar, ou é/pretende ser pai, acha que o mundo está de cabeça para baixo e PARIR é possível. Venha conversar com a gente, vamos nos reunir e botar na mesa nossas experiencias e ideias, estudar ir a fundo. Nos EMPODERAR. Essa é a hora moçada. Se você não correr atrás de informação ela não virá de bandeja, não aceite alguma idéia pronta, crie a sua opinião e venha nos contar qual é ;)...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

acostumando à creche


Hoje nossa ida para creche foi ótima. As crises de choro acabaram, basta lembrar ao Bernardo que ele vai passa na loja do vovô para dar um beijinho que ele desce por vontade própria. E anda metade do caminho a pé levando a mochilete.

Quando chegamos na creche, eu conheci uma monitora do Bernardo que eu ainda não conhecia e descobri que o Bernardo é apaixonado pela tia Jose rsrs. Chegamos e a tia Jose estava estacionando, o tio Cleyton que é o monitor que eu ja conhecia subiu com ele, mas ele ainda ficava apontando para a porta, do tipo: tia Jose está vindo aí rsrsrs. É muito gostoso ver como eles se apegam aos professores. 

Mas tive um bate-papo com a supervisora da creche não muito bom. O Bernardo continua batendo nos coleguinhas. A Tia Jose falou que ele esta fazendo isso com muita frequência. Conversei sério com ele e ele falou que não vai bater mais. 
Como é difícil ouvir que seu filho está fazendo esse tipo de bagunça.

Alguém aqui passou por isto?

O que fizeram?

Como é difícil lidar com isso com um bebê de 1 ano e 10 meses!

Mudança para Manhuaçu

Quem já mudou levanta a mão \o/.
Eu já mudei muito, muito mesmo. Minha mãe amava se mudar e eu em Juiz de Fora morei em 2 repúblicas e depois de casada mudamos 2 vezes. Resumindo morei em 5 casas em JF em um intervalo de 6 anos, foram muitas mudanças depois que saí da casa dos meus pais.

Eu e o Juninho resolvemos nos mudar para Manhuaçu muito rápido, a decisão foi tomada praticamente da noite pro dia.
Eu havia trancado a faculdade, e o Juninho estava de ferias, então fizemos nosso trajeto comum, viemos para Manhuaçu. Aqui tive a brilhante ideia de como a vida seria muito mais gostosa aqui, próximos de nossos pais e também de meus avós que estão muito velhinhos e eu em Juiz de Fora os via muito raramente. Joguei a ideia para ele, e na mesma hora ele aceitou e já começou a trabalhar a ideia. Acho que no fundo já ansiávamos por isto.

Então no mesmo dia começamos a estudar nossas opções. dar entrada em um apertamento, ou começar a construir uma casa. Para muitas pessoas essa seria uma resposta rápida, o apartamento está pronto, dá menos trabalho de arrumação, então para quem tem uma vida agitada igual a maioria das pessoas na época de hoje esse seria uma resposta fácil. Mas para quem tem criança, sabe o quento é ruim a falta de espaço, o quanto nossas crianças gostam de ter espaço para brincar e correr e jogar bola e brincar de bicicleta. Anda mais se seu filho é igual ao Bernardo que é muito agitado.
Meu sogro sempre falava que quando voltássemos ele nos daria um terreno para construir, mas eu nunca levei isso a sério, por que é um pouco afastado da cidade, tem que pegar um trecho da BR, mas não é longe, mas também não é perto, e realmente é Zona Rural e eu nunca nem em meus mais terríveis sonhos me imaginei morando lá.
Deixa eu abrir um parenteses aqui e explicar um pouco sobre mim: Meus avós moram na zona rural de Caputira, uma cidadezinha próximo a Manhuaçu. eu sempre passei férias lá e realmente amava passar lá 2, 3 semanas de férias. Mas era sempre isso: FÉRIAS. Eu detesto inseto, morro de medo de aranhas(que parecem me perseguirem), além de ter uma imaginação incrível, sabe aquele tipo de criança que vai dormir e ouve o vento balançando a árvore e acha que é um monstro batendo na janela e querendo entrar? Então eu era esse tipo de criança, fui assim também na adolescência, e duvido muito que mudei esse sentimento ainda hoje rsrsrs.
Agora imagina essa pessoa morando na roça. Pois é, eu não me imaginava morando.

Quando realmente resolvemos voltar, e colocamos nossas opções na mesa, meu pensamento principal foi: Eu não quero morar em uma apartamento minúsculo, sem espaço pro Bernardo e ainda ficar uma vida inteira pagando. Devido a esse pensamento minha opção foi: Vamos construir na zona rural.
Eu falando Zona rural, vocês podem até pensar nossa uma roça afastado de tudo, com estrada de terra e essas coisas, mas não é bem assim não.
Eu trabalho no Centro, literalmente na praça central de Manhuaçu, do meu trabalho até na minha casa de carro, em um dia com transito intenso(e aqui em Manhuaçu é sempre assim, quase parado) eu demoro uns 30 min, sem transito, 10. Da BR até minha rua são poucos Km, tipo 1 ou 2 de asfalto. A minha rua é sim bem ruinzinha ainda. é um morro de terra que quando chove é uma luta para subir, mas dá nem 150m de morro de terra. Então é muito perto da cidade, de movimento. E não pensem que é afastado de tudo, na minha rua já tem 4 casas habitadas e 3 em construção, todo mundo resolveu construir ao mesmo tempo hahahah. logo no total são 8 casas na minha rua.
Então já é um bairro um pouco afastada, e da minha sala a vista é simplesmente linda *-*


Esses são eu, o Bê, uma família muito querida de JF que veio ver minha obra(a casa estava no comecinho) e meus pais. No fundo dá para ver a minha vista linda.

Gente é um sossego, e o céu a noite é lindo, não tem dinheiro que pague. Além do mais o espaço é ótimo. E eu descobri que construir dá dor de cabeça mas é uma delícia. Minha casa está longe de ficar pronta e do jeito que eu quero, mas vamos construindo devagar e uma hora chegamos lá.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Rotina escolar e adaptação à creche

Essa semana me peguei pensando em algumas questões que rodeavam minha cabeça quando pré-adolescente, em início de período escolar. Como por exemplo, tem real necessidade de se iniciar as aulas 1 semana antes do carnaval, sabendo que ficaríamos 1 semana sem aula, para que se seu corpo vai demorar uma semana para entrar no ritmo, sair de novo, e demorar outro tempão para entrar no ritmo.
Como falei anteriormente esse ano foi o começo dessa rotina lá em casa. O Bernardo começou a ir para creche no período da tarde. Na primeira semana ele foi 3 dias, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, porque eu demorei a conseguir vaga para ele. Semana passada ele foi acampar com os avós durante 4 dias e o restante da semana minha mãe e meu esposo se revesaram cuidando dele (meu trabalho não me permite flexibilidade de horário). 
Ontem voltamos então para a escolinha, e como foi dureza.
Ele desde a manhã quando acordou quando perguntávamos se queria ir na escolinha(é assim que tratamos com ele e não creche) ele falava um delicioso "NÃO", que chega ser difícil não rir. Foi na base de muita conversa e lembrá-lo que ele ia levar a mochilete para ele aceitar ir. 
Chegamos lá e, para minha decepção, meu bebê não quis entrar, ele queria só o meu colo. A monitora veio brincou com ele e subiu. Antes de entrarem para dentro da sala percebi que ele parou de chorar. Mas pensa em como o coração da mamãe aqui ficou. Doeu muito.
É nessa hora que me pego pensando se a escolinha não foi precoce. Mas ao mesmo tempo me pego no mesmo dilema que muitas, senão a maioria, das mães: Como eu faço, porque eu preciso trabalhar.
Minha mãe cuida muito bem do Bernardo, não me lele a mal, ela tem ficado com o Bernardo desde que nos mudamos para, Manhuaçu e temporariamente para casa dela, em 12/10/2015. Esse temporário até nossa casa ficar pronta está até hoje. Mas ela também trabalha e além de tudo tem uma casa abarrotada. A ajuda que dou é muito pouca comparada ao que ela precisava. Além do mais, ela tem seu trabalho na loja que meu pai é socio.
Resumindo, não me restam muitas opções. O que eu consegui conciliar, para n]ao ficar muito desgastante pra Bernardo, foi a creche em meio período, eu levo e o Juninho ou minha mãe pegam. 
Hoje enquanto íamos ele pediu colo e foi a maior parte do trajeto no colo com a cabeça deitada no meu ombro. Quando um dos monitores brincou com ele na rua, ele já começou a chorar, estávamos quase na creche, mas terminamos o trajeto com ele chorando. E pelo segundo dia ele subiu as escadas chorando no colo da tia Josi. 
O Bernardo é um menino calmo, que chora pouco e muito afetivo, do tipo que distribui abraços e beijos. Então vê-lo daquela forma, chorando muito, parte ainda mais o coração. antes de chegar na salinha ele já não chorava mais. Do primeiro andar dá para ouvir tudo la em cima, rsrs, e eu sei que os monitores são muito atenciosos e cuidam muito bem do Bê. Mas para a mamãe, deixar seu filhote nessas condições é dureza.
Ainda estamos na fase de adaptação, então estou tentando levar isso mais na esportiva. Mas realmente dói muito. :'(

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Carnaval

Esse carnaval foi um desafio para todos aqui em casa.

Como comentei brevemente na publicação, estamos construindo e, obra você já viu né, é muito serviço, muita coisinha. 
Estamos na reta final, na parte de acabamento e o que não falta são coisas a fazer. Eu e o maridão resolvemos aproveitar o feriadão para adiantar lá e deu até para carregar um pouco da mudança. Iniciamos a instalação de água que deve estar pronta até sábado, limpamos o terreno em volta da casa, que já está quase parecendo um lar. Rejuntamos o restante da cerâmica e limpamos mais um pouco. Nosso pedreiro trabalhou segunda e terça e com isso acho que no fim de semana vamos conseguir mudar. Estaremos de casa nova.

Para que tudo isso fosse possível, o Bernardo é claro não estava com a gente que embora ele ajude, ele mais atrapalha querendo ajudar do que ajuda mesmo, até porque uma pessoa tem que ficar só por conta dele. Meus pais foram para um acampamento de carnaval e levaram ele para ficar 4 dias. Foi a primeira viagem dele sem mamãe e papai, tá sem a mamãe. Vocês devem imaginar que doeu mais na gente do que no Bernardo.

Aqui em casa o assunto desmame já estava rolando a um tempo. O Bernardo tem acordado a noite e me cansado muito, o fato dele estar dormindo só no peito também tornou tudo muito mais cansativo. Foram 1 ano e 10 meses de muito mamaço. Ainda aconteceu uma outra situação. O Bernardo na creche essa semana chorou na hora de dormir porque queria mamá. Então decidimos que era hora de tirar e o acampamento poderia ser uma boa ocasião. 
Conversei com ele, expliquei que ele ia ficar 4 dias com o vovô e a vovó, que ia ter crianças, piscina e muito espaço para brincar ele amou a ideia ajudou a fazer a mala (tá só a de brinquedos rs), e ficou todo empolgado, expliquei que a mamãe e o papai não iam e que não teria mamá e que quando voltassem também não teríamos mamá porque acabou e ele era um menino grandão e que o peito agora não vai ter leitinho mais, que ele tomaria leitinho só no copinho. Falei também que domingo iríamos lá.

Falando parece que foi perfeito né, passamos o sábado bem, mas a noite que saudade que bateu. No domingo levantamos e fomos passar o dia lá. Domingo não é dia de trabalhar né?!
Passamos um dia ótimo, brincamos muito com o Bernardo. Às vezes que ele pediu o mamá o distrai com outra coisa, de comer geralmente, e fomos passando assim o dia. Umas 5 h da tarde resolvemos vir embora e a despedida não foi tão agradável, quando falamos que íamos embora ele começou a chorar, minha mãe pegou ele e o distraiu. Segundo ela, antes mesmo do carro chegar a portaria do sítio ele já havia parado de chorar. Passou os outros dois dias hiper bem. Nós aqui é que ficamos com uma saudade imensa.

Ontem quando ele chegou não queria sair do colo do pai. Pensa aí em como fiquei. Mal mal deu atenção pra mamãe aqui que ficou MORRENDO de ciúmes. Na hora de dormir aí a coisa ficou preta. Pediu mamá, tentamos distrair, falamos que acabou, que não tinha mamá para dormir. Acabou aceitando dormir no colo do papai. Essa semana não tem creche, então vão ser 3 dias trabalhando com a vovó na loja. Quando eu e o Juninho começamos a arrumar para sair ele não ficou muito feliz não, mas deu tchau e nos acompanhou até a porta. Vamos ver como reage semana que vem na creche.


Esse foi o feriadão aqui, e por aí como foi?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

por que tudo que é bom tem que ser documentado

Estava morrendo de saudades de escrever tudo, absolutamente tudo aqui.
Estava louquinha de vontade de voltar a escrever, mas sem saber exatamente como voltar. Até porque cancelei minha matrícula na faculdade e o nome perdeu completamente o sentido. Isso mesmo, durante esse ENORME tempo que fiquei sem escrever aqui, muita coisa mudou. Cancelei minha matrícula na faculdade, comecei a trabalhar, nos mudamos para Manhuaçu, começamos a construir, nossa muita coisa mesmo.
Com o Bernardo não poderia ser diferente, teve o batizado, aniversário de 1 ano, altas travessuras, muitas gripes, muitos tombos, 3 pontinhos na pálpebra esquerda, enfim, tanta coisa que eu gostaria que tivesse sido documentado e por várias bobeiras não estão registradas aqui.
Mas ontem aconteceu uma coisa muito legal. Foi o primeiro dia de aula do Bernardo. E ele me impressionou tanto que eu precisava contar. E aí a vontade de publicar aqui foi muito mais forte que a preguiça e os impecilhos.
Aí não deu outra: Estou de volta!
antes de sair de casa
Pensei em um nome que não mudasse muito a cara do blog e voilà. Estamos de volta com muita coisa para contar.
Então sem delongas, deixa eu contar como foi o primeiro dia do Bernardo:
Saímos atrasados, como de praxe. O horário é até 12:00 e chegamos lá já era 12:05. A orientadora da creche pegou ele na porta, aí o diálogo foi o seguinte:
O(Orientadora):"Mamãe eu vou levá-lo por que como é o primeiro dia pode ser que ele chore, e aí depois se você quiser você pode ir até a salinha para vê-lo lá."
E(Eu): "Ah tudo bem(Já pensando se o Bernardo ia chorar)"
passei ele pro colo dela e pedi um beijo, ele me deu um beijo
O: Bernardo da tchau pra mamãe e vamos pra escolinha?
Ele me deu tchau, deu tchau pra minha mãe que foi com a gente e nem pensou duas vezes, entrou.
Eu fiquei até sem saber o que fazer, me preparei para caso ele chorasse ou não quisesse entrar, conversei muito com ele a respeito da escolinha, que ia ter crianças que ele ia brincar, ia merendar, mas não imaginava que ia ficar tão bem.
A orientadora retornou e falou que o Bernardo já estava se interagindo com os coleguinhas e muito bem, mas caso eu quisesse eu poderia ir lá ver, se eu achasse que o Bernardo não fosse querer ir comigo.
Eu quis ir pra tirar uma foto. Gente ele me mostrou a mochilete, a coleguinha que ele já tinha feito e estava brincando, me mostrou a outra coleguinha que estava com o bracinho engessado e quando eu disse que ia trabalhar, ele me deu tchau e pronto, nada mais. Nada mais aconteceu.


na salinha de dormir



terça-feira, 7 de outubro de 2014

introdução alimentar, frutinhas tbm quero!

Desde a última vez que apareci aqui o Bernardo desenvolveu d+, mas hoje não vim aqui falar de suas estripulias e sim atualizar esse diário a respeito da alimentação do Bê.
Essa semana o Bê completa 6 meses, e antes e completar, os pais resolveram começar com a papinha doce, com as frutinhas pela manhã.
Primeiro começamos com a maçazinha raspadinha, demos duas vezes e não bem aceita, terminou em vômito.
Então passei pra próxima, bananinha, ele amou, claro levou a brincadeira como uma amiga minha falou, e logo depois da banana amassada pedia peito. Mas comeu bem e até a vovó Celinha deu bananinha.
Ontem comecei com o mamão amassadinho, não foi tão bem aceito como a bananinha, mas comeu um pouquinho, hoje pulamos a papinha, ele dormiu de 9h até 12h, então preferi não dar até porque não estamos com pressa.
As papinhas salgadas eu devo esperar mais algumas semanas, quero deixá-lo experimentar bastante as frutinhas tão gostosinhas hehe.