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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Rotina escolar e adaptação à creche

Essa semana me peguei pensando em algumas questões que rodeavam minha cabeça quando pré-adolescente, em início de período escolar. Como por exemplo, tem real necessidade de se iniciar as aulas 1 semana antes do carnaval, sabendo que ficaríamos 1 semana sem aula, para que se seu corpo vai demorar uma semana para entrar no ritmo, sair de novo, e demorar outro tempão para entrar no ritmo.
Como falei anteriormente esse ano foi o começo dessa rotina lá em casa. O Bernardo começou a ir para creche no período da tarde. Na primeira semana ele foi 3 dias, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, porque eu demorei a conseguir vaga para ele. Semana passada ele foi acampar com os avós durante 4 dias e o restante da semana minha mãe e meu esposo se revesaram cuidando dele (meu trabalho não me permite flexibilidade de horário). 
Ontem voltamos então para a escolinha, e como foi dureza.
Ele desde a manhã quando acordou quando perguntávamos se queria ir na escolinha(é assim que tratamos com ele e não creche) ele falava um delicioso "NÃO", que chega ser difícil não rir. Foi na base de muita conversa e lembrá-lo que ele ia levar a mochilete para ele aceitar ir. 
Chegamos lá e, para minha decepção, meu bebê não quis entrar, ele queria só o meu colo. A monitora veio brincou com ele e subiu. Antes de entrarem para dentro da sala percebi que ele parou de chorar. Mas pensa em como o coração da mamãe aqui ficou. Doeu muito.
É nessa hora que me pego pensando se a escolinha não foi precoce. Mas ao mesmo tempo me pego no mesmo dilema que muitas, senão a maioria, das mães: Como eu faço, porque eu preciso trabalhar.
Minha mãe cuida muito bem do Bernardo, não me lele a mal, ela tem ficado com o Bernardo desde que nos mudamos para, Manhuaçu e temporariamente para casa dela, em 12/10/2015. Esse temporário até nossa casa ficar pronta está até hoje. Mas ela também trabalha e além de tudo tem uma casa abarrotada. A ajuda que dou é muito pouca comparada ao que ela precisava. Além do mais, ela tem seu trabalho na loja que meu pai é socio.
Resumindo, não me restam muitas opções. O que eu consegui conciliar, para n]ao ficar muito desgastante pra Bernardo, foi a creche em meio período, eu levo e o Juninho ou minha mãe pegam. 
Hoje enquanto íamos ele pediu colo e foi a maior parte do trajeto no colo com a cabeça deitada no meu ombro. Quando um dos monitores brincou com ele na rua, ele já começou a chorar, estávamos quase na creche, mas terminamos o trajeto com ele chorando. E pelo segundo dia ele subiu as escadas chorando no colo da tia Josi. 
O Bernardo é um menino calmo, que chora pouco e muito afetivo, do tipo que distribui abraços e beijos. Então vê-lo daquela forma, chorando muito, parte ainda mais o coração. antes de chegar na salinha ele já não chorava mais. Do primeiro andar dá para ouvir tudo la em cima, rsrs, e eu sei que os monitores são muito atenciosos e cuidam muito bem do Bê. Mas para a mamãe, deixar seu filhote nessas condições é dureza.
Ainda estamos na fase de adaptação, então estou tentando levar isso mais na esportiva. Mas realmente dói muito. :'(

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